Tags: amor

Triiiiimmm… triiiimm…

Published on: 20/04/2011
Categories: Divagando
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E quando menos espera o telefone toca.
A imagem dela aparece no identificador de chamadas, seu coração palpita e sua cabeça já começa a perguntar como sabia que estava meio dormindo, meio acordado mas sonhando com ela?

Atende o celular e o som da voz que você mais quer ouvir em todo o universo te chama.

Ela não faz ideia do quanto este conjunto de tons, timbres e notas que saem de sua boca conseguem alcançar cada nervo do meu corpo e cada poro da minha pela com uma corrente elétrica que só posso comparar com aquela que se sente 3 segundos antes dos orgamos que só ela me dá.

Mas não era pelo telefone que queria ouvi-la. Não eram as palavras que queria escutar. Não é a distância que quero estar dela. Não quero que exista distância alguma.

Alguma.

Porque além do som mais lindo que existe, precisava do calor do seu corpo, do abraços de suas pernas, do barulho da sua respiração que não deixa, em momento algum, que haja qualquer tipo de silêncio entre nós.

Em momento algum.

Mas tocou e foi só isso o que pode ter. Não seu calor, não suas pernas, não sua respiração, só o som da sua voz.

E o silêncio, como sempre, deixou de existir.

Corpo de mulher

Published on: 06/06/2010
Categories: Divagando
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Querem saber?

Eu sou o tipo de cara que admira o corpo de uma mulher.

Não estou falando da parte erótico-sexual da coisa – isso também, claro. Tenho 35 anos e adoro sexo mas isso é papo para outro dia – mas dos mistérios que se escondem nele.

Sou o tipo de pessoa que pode ficar horas deitado ao lado de uma mulher sem pregar os olhos só observando cada linha, cada curva, cada poro de sua pele. Gosto de ver como seus seios sobre e descem enquanto ela respira, e cada reação do seu corpo. Fico fascinado pela suavidade de sua pele e chego as vezes temer machuca-la só em encostar nela.

É incrível como a pele de uma linda mulher pode ser macia e suave, como seu toque consegue ser delicado e não rude e áspero como o meu.

Fico observando cada movimento, voluntário ou não, do seu corpo e tento imaginar o que ela está sentindo:

Será que a sensação de receber um toque nos seios é a mesma que sinto quando ela encosta no meu peito? Será que o ela se incomoda com o fato da minha língua não ser tão macia quanto a dela? Será que ela sente o mesmo que eu quando explode em gozo?

Minha fascinação pelo corpo feminino talvez seja a melhor expressão de minha típica curiosidade sagitariana. Eu quero entrar em seus nervos, sentir o que ela sente, entender o que seus olhos dizem quando fitam os meus. Quero entender o que se passa em sua mente para que possa sempre proporcionar o meu melhor para ela.

Sou o tipo de cara que consegue ficar até as altas horas da madrugada olhando as fotos da mulher que ama. Ampliando até a maior resolução que puder para tentar descobrir cada detalhe: Um brilho no olhar, o reflexo do flash nos seus lábios, a covinha que aparece no seu sorriso e a forma como suas roupas caem no seu corpo que tanto gosto de ter ao meu lado.

O corpo de uma mulher me tira o sono e mesmo assim não me cansa. Me faz querer fazer amor de luz acesa para tentar descobrir do que ela gosta, do que ela não gosta, do que a faz ter mais ou menos prazer.

Afinal, no final das contas, esta minha admiração, acima de tudo, está nisso, em tentar descobrir como posso agradar-lhe, cada vez, ainda mais. Está em mostra-la o quanto a quero e o quanto me preocupo com ela. E somente ela.

Por que, no final das contas, não basta ser apenas uma mulher. Precisa ser a mulher de quem gosto, de quem respeito acima de tudo. A mulher que amo. A que eu chamo – e tenho orgulho de chamar de – a MINHA mulher.

Sou o tipo de cara para quem se apaixonar é pouco. Quero mais que isso. Quero amá-la, cuidá-la, proteger-la sempre que puder. Quero descobrir seus medos, seus segredos mais íntimos. Quero fazer parte da sua vida pois tenham certeza: quando amo uma mulher, ela passa a ser muito mais que apenas uma mulher. Ela vira meu clichê. Ela transforma e se transforma em minha vida.

E eu a amo ainda mais por isso.

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