
Hoje, depois de saber que estamos juntos há mais de 4 anos, a doutora me perguntou se eu ainda era apaixonado ou “só” a amava.
Respondi na lata, sem nem ao menos piscar, que sim. Que eu me apaixonava todos os dias de novo por ela.
Ela então olhou fundo nos meus olhos e disse: Então, se você consegue fazer com que ela tenha orgulho e admiração por você, deve ser a mulher mais feliz do mundo.
Foi aí que um sorriso apareceu em micro frações de milésimos de segundo na minha face.
E todo o resto é história.