Antes de começar este post, quero deixar bem claro que não se trata de defender ou atacar qualquer um dos lados.
Meu objetivo aqui é somente trazer a tona algo que, até então, tem sido pouco observado: A utilização de mídias e redes sociais como ferramentas de informação direta em caso áreas de conflito.
Aqui no Brasil, durante a greve da Pm na Bahia o Twitter oficial da corporação foi amplamente usado para mostrar o lado oficial da situação e acalmar a população.
Assim, enquanto foguetes são lançados de Gaza em território israelense e a aviação deste revida com mísseis, podemos observar uma utilização em massa de diversos canais de Redes Sociais, por parte das Forças de Defesa de Israel, em várias línguas, para mostrar o seu lado do conflito e trazer algumas informações que nem sempre tem espaço nos 15 – 20 segundos de um comentário sobre o assunto na Tv.
Em um dos posts do seu Blog, o exército israelense chegou a publicar um post pedindo aos leitores que seguissem e divulgassem seus canais através até de aplicativos como o PicBadges.
Além do site, contam também com um Blog,uma fanpage, Twitter, Canal no YouTube, Flickr e outros.
Notem que o Exército Brasileiro também conta com os mesmos recursos e foram devidamente usados quando tropas foram enviadas à Bahia durante a greve da Polícia Militar em Fevereiro mas ainda assim, não havia uma situação de conflito generalizada.
Será que as forças armadas ao redor do mundo estão tentando se aproximar da população civil?
Uma coisa é fato: Os militares (de vários países) estão utilizando as ferramentas de Mídias Sociais de forma muito mais “social” do que muitas empresas privadas, e definitivamente são excelentes exemplos à serem seguidos.
Lembro a todos que este é um post sobre a utilização de ferramentas de Mídias Sociais e não uma discussão sobre o conflito no Oriente Médio. Comentários fora deste contexto não serão aprovados. Comentários racistas, pejorativos, xenófobos, etc. terão seus IP’s enviados às autoridades competentes.